Não sei se escrevo por você
Porque, talvez, seria mais correto escrever para você.
Seria?
Muitas perguntas. Míseras respostas.
Você sabe que o tempo passou
Inevitavelmente, como sempre passa.
Todos sabemos.
Mas, também sabemos que há sempre algo que não passa.
Que não muda.
Aquele ponto, lembra-se?
O mais distante do sol.
E mesmo que muitos heterônimos me tomem a casa,
As penas,
Os cadernos, suas capas, todas suas folhas,
Todos meus papéis,
Sabe que haverá sempre algo de mim aqui. Imutável.
Essa é toda verdade que posso oferecer.
E meus abraços sinceros.
Pois não consigo mais controlar as palavras.
Às vezes, elas vêm num turbilhão, isso é tudo o que aprendi.
Muito obrigado Lalinha, você não sabe o quanto isso foi importante para mim. Sinto tanta a falta de nossos amigos aphelianos.. =/
ResponderExcluirMas é verdade, tudo passa, menos isso que nós temos juntos: nossa amizade!!
Muito obrigado novamente.
Um beijo.
Will
Mas, nem há o que agradecer. Não ficou tão bom quanto eu queria, quanto o senhor merecia, mon cher bon vivant - como diria o Sérgio!
ResponderExcluirNhó, meu mais do que querido Willie, eu que devo agradecer por estar em minha vida. Mesmo. Por sempre ter feito meus dias mais felizes - e por ainda os fazer assim, ainda que tanta coisa tenha mudado.
E, de fato, as minhas saudades também são assim verdadeiras, assim como nossa amizade.
Abraço de urso polar,
Lalinha.
lágrimas mil.
ResponderExcluirNhó, Júti!
ResponderExcluirUm abraço de tartaruga pra você, minha querida ovelhinha!