Se se encontraram de novo
Ninguém poderia saber
Só sabia que faziam falta
Falta à rua, à neblina, aos pés ainda nus
Que assim, nus, sentiam ainda mais frio por estarem sozinhos
Machucados pelo asfalto já gasto
Impuros até.
Se os veria de novo
Ninguém!
Apenas esperava pisar em grama
Orvalho
Sendo acariciada por dentes-de-leão ainda não desfeitos.
Poder um dia se deliciar com aquelas amoras.
(Fazer geléia?)
Se isso ocorresse, sim,
Poderia encostar a cabeça em seu peito
Sentindo-lhes o respirar.
Novamente.
Meus queridos,
ResponderExcluirPrecisava escrever, já que há uns três dias ando de fato sofrendo as saudades que tanto menciono. Parecem esburacar-me mais a cada dia. (Mais que comentário mais trágico!)
Enfim, tentei continuar com o texto que havia publicado anteriormente. Espero que não tenha ficado muito chato ou cheio de abobrinhas.
Vous me manquez terriblement,
LáLá.
Que lindo Lalinha, adorei!! *-*
ResponderExcluirMerci beaucoup, cher e doux - se isso for doce em francês - Willie!
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