Há um certo tempo que venho precisando escrever. Algo que não vá para a mão de corretores malucos (não todos), os quais adoram reescrever meus textos. Sei que eles podem não acreditar, mas se utilizo uma palavra ao invés da outra, ou se a utilizo repetidamente é porque tenho algo a dizer dessa maneira, é porque estou tentando encontrar meu estilo literário (HIHI, achei que iria ficar engraçado dizer esse termo). Adjetivação excessiva, histórias quase crônicas, personagens a se lembrar do que viveram (às vezes ficam sentimentais demais, e isso não me agrada muito, enfim...).
Que metalinhas essas que acabo de escrever! Escritas em um sopro, quase que uma elucidação desvairista, na qual só a primeira frase estava em meus planos quando decidi não estudar geografia (que coisa feia essa minha confissão) para esboçar algo que pudesse ir para o Aphélio. E para começar a usar uma agenda muito legal que ganhei de minha tia de ANIVERSÁRIO, e até agora não havia usado! (seus aniversários já estão todos anotados nela)
Com todas essas palavras, só queria pedir que não deixem que nada de chato que nos mandem escrever consiga suprimir o prazer de se fazer um verdadeiro texto e, depois, de lê-lo. Construído com as palavras que realmente precisam sair e cair no papel... Assim, vocÊ estará sendo coerente com suas idéias e elas coerentes a você. Tema? Proposta? Coletânea? Nada poderá desmerecer a riqueza daquilo que de fato quis escrever e precisou ser escrito.
Talvez esse desabafo tenha vindo tarde demais. Desculpem-me.
ps.: nenhum rnacor com as aulas de redação da Simone, elas são muito necessárias; mas tantas regras podem acabar me obrigando a defender mentiras e escrever abobrinhas!
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